Caso real · Operação industrial · Cliente confidencial

De um ciclo de reporting de 9 dias para 36 horas.

Uma operação industrial multi-site com cinco unidades reconstruía manualmente todos os meses o reporting de gestão a partir de um ambiente ERP legado.

Antes9 dias
Depois36 horas
Cobertura5 unidades

Ponto de partida

O pedido visível era reporting. A fricção real estava a montante.

Cada unidade exportava dados operacionais, trabalhava-os em folhas de cálculo e contribuía para uma consolidação mensal manual. O ciclo de reporting demorava nove dias e a visibilidade da gestão dependia de trabalho recorrente de reconciliação.

Um novo dashboard, por si só, teria colocado uma interface melhor em cima do mesmo processo frágil.

Process Snapshot · AntesVisão condensada
ERP legado→5 exportações→Transformações em Excel→Consolidação manual→Relatório de gestão
01 Lógica de transformação repetida02 Validação manual de desvios03 Deteção tardia de exceções04 Responsabilidade de reporting dispersa pelas unidades

O que mudou

Primeiro simplificar o fluxo de reporting. Depois automatizá-lo.

  1. Normalizar dados de origem e definições de reporting.
  2. Centralizar a lógica de consolidação em vez de a repetir em folhas de cálculo.
  3. Automatizar a deteção de desvios nas cinco unidades.
  4. Disponibilizar a visão resultante através de reporting executivo.
Process Snapshot · DepoisVisão condensada
Fontes ERP→Fluxo de dados controlado→Validações automáticas→Reporting executivo

Resultado

36 horas em vez de nove dias.

O processo reconstruído reduziu o ciclo de reporting de nove dias para 36 horas, adicionou alertas automáticos de desvios nas cinco unidades e deu à gestão uma visão operacional mais atual.

Tecnologia utilizada depois do redesenho do processo: SQL Server, Power BI, Python e Azure Data Factory.

Tem um processo que parece desnecessariamente difícil?

Não precisa de saber se a resposta passa por dados, automação, integração ou simplesmente por um processo melhor.

Começar pelo problema